POR:
Fernando José de La Vieter Ribeiro Nobre GO M (Luanda, 16 de Dezembro de 1951) é um médico, activista, professor universitário e político português.
Biografia
Viveu em Angola até 1964, e no Congo Belga, até 1967. Nesse ano mudou-se para a Bélgica, onde se licenciou e doutorou em Medicina como especialista em Cirurgia Geral e em Urologia, na Universidade Livre de Bruxelas. Iniciou a sua vida profissional no Serviço de Cirurgia Geral e Urologia do Hospital Universitário de Bruxelas, tendo lecionado, como assistente, as disciplinas de Anatomia e Embriologia.
Também na Bélgica, iniciou a sua colaboração com os Médicos Sem Fronteiras, de que foi membro e administrador. ...
Comentário a Ser ou Ter Boa Noite,Cada vez o admiro mais. Um feliz Ano Novo!Cumprimentos,GorgeousMind |
Comentário a Entrevista ao Jornal I Não deixe nunca de transmitir o seus pensamentos, ideias e outra forma de sociedade para todos nós. Não deixe de escrever por aqui, precisamos de o ouvir e de um blog mais participativo como o foi nos primeiros tempos. Abraço! Pcastro |
Comentário a Entrevista ao canal Económico TV Segunda parte no Crespo , impressionante . Excelente cérebro e memória incrível no DE onde por acaso o meu filho é jornalista e licenciado em História. Embondeiro sempre.Saudações á Drª Leonor Corado |
Património da Humanidade a Água: essencial à vida, ameaça à Paz É um lugar-comum dizer-se que a “Água é vida” mas não deixa de ser cientificamente exato quando se sabe que o ser humano é cerca de 70% água e que ela é essencial na constituição de todo o organismos vivo, animal ou vegetal, que integra a nossa biosfera.
Por outro lado é essencial entendermos todos que o conjunto do mundo hídrico - a hidrosfera - rios, oceanos, glaciares, lençóis freáticos, humidade, em conjunto com a atmosfera e a biosfera constituem um bem comum, partilhado e partilhável por todos nós, um verdadeiro Condomínio da Terra. Ora a preservação, para o futuro da nossa espécie e a sustentabilidade da sobrevivência da civilização humana no planeta Terra a médio prazo (100 a 300 anos), é vital.
Há pois que procurar ter bom senso na sua preservação e ser equitativo na gestão e distribuição desse bem coletivo, precioso e insubstituível que é a Água. Para já não é o caso e as disparidades são brutais. Senão vejamos: em média, um n |