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Bloco de Esquerda

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Bloco de Esquerda (BE) / The Left Bloc is left-wing political party in Portugal.
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POR: 

 

O Bloco de Esquerda (BE), é um partido político de esquerda socialista em Portugal.

 

História

O partido nasceu em 1999 da aproximação de três forças políticas: a União Democrática Popular (marxista), o Partido Socialista Revolucionário (trotskista mandelista) e a Política XXI, às quais posteriormente se juntaram vários outros movimentos. 

 

À época, qualquer uma delas definia-se como resultado de processos de crítica em relação ao chamado «comunismo» ou «socialismo real», mantendo a referência comunista através da reflexão e da discussão sobre a actualidade do marxismo. Membro do Secretariado Unificado da IV Internacional, o PSR herdava a tradição trotskista, oposta ao estalinismo; a UDP, marxista, apresentava-se como desligada de quaisquer referências no campo comunista internacional, posicionando-se em ruptura com todas as experiências de "socialismo real"; a Política XXI resultara, por sua vez, da união de ex-militantes do Partido Comunista Português, pelos herdeiros do MDP-CDE e por independentes. Na formação do Bloco, juntaram-se ainda pessoas sem filiação anterior, mas que já haviam mostrado identificar-se com os movimentos indicados, destacando-se, no grupo inicial, Fernando Rosas (a sua antiga filiação no PCTP-MRPP havia acabado há muito).

 

Evolução

O Bloco elegeu o seu primeiro deputado europeu, Miguel Portas, em 2004. Nas eleições legislativas portuguesas de 20 de Fevereiro de 2005, teve 8 deputados eleitos. Nas autárquicas do mesmo ano, foi eleita a candidata independente apoiada pelo BE à Câmara Municipal de Salvaterra de Magos. Na sua IV Convenção Nacional, o Bloco de Esquerda oficializou Francisco Louçã como porta-voz da Comissão Política. 

Já em 2005, foi aprovado pela convenção um conjunto de estatutos, que incluem um código de conduta e prevêem um quadro disciplinar, que anteriormente não existia. 

 

Em 2007, na V Convenção, foram apresentadas 3 moções de orientação política e uma quarta moção crítica apenas em relação ao funcionamento interno do Bloco. Na eleição, por voto secreto, da Mesa Nacional, a lista encabeçada por Francisco Louçã e que incluía as sensibilidades do PSR, da UDP e da PXXI obtém 77,5% dos eleitos, a lista B, encabeçada por Teodósio Alcobia, 5%, a lista C, encabeçada por João Delgado e integrando sindicalistas e membros da Ruptura/FER, 15%, e a lista D, encabeçada por Paulo Silva, 2,5%. 

Nas eleições europeias de 2009, Miguel Portas, Marisa Matias e Rui Tavares foram eleitos para o Parlamento Europeu pelo Bloco. Tavares viria a romper com o Bloco em 2011, juntando-se ao Grupo Europeu dos Verdes. 

Nas eleições legislativas de 27 de Setembro de 2009, o "B.E." viu o seu número de deputados eleitos crescer para 16, conseguindo assim a maior votação da sua história e tornando-se na 4ª força política do país. 

 

Em 2011, em plena campanha eleitoral das eleições legislativas portuguesas de 2011, Francisco Louçã afirmou que o Bloco teve a sua maior vitória política desde a sua fundação, ao conseguir um consenso sobre a renegociação da dívida contraída durante a crise da dívida pública da Zona Euro. 

O resultado das eleições legislativas de 2011 contrariou o até aí linear aumento de expressão, dado que o partido reduziu para metade a sua representação na Assembleia da República, diminuição de expressão que foi sentida a nível nacional, e que levou, entre outras perdas, à não eleição do líder da bancada parlamentar, José Manuel Pureza (único eleito por Coimbra, em 2009).

 

Fundação: 1999

Ideologia: Socialismo, Anticapitalismo, Ecossocialismo, Feminismo

 

fonte

 

 

ENG: 

 

The Left Bloc, sometimes translated as Leftist Bloc or Left-wing Bloc, is a Portuguese left-wing political party founded in 1999. It is sometimes abbreviated to B.E. (punctuated) but always spoken in its full name.

Notable members include Fernando Rosas, Francisco Louçã and Miguel Portas (brother of right-wing leader Paulo Portas). 

 

The Left Bloc (B.E.) is supported by independents and a number of left-wing political groups: the People's Democratic Union (União Democrática Popular, UDP), Revolutionary Socialist Party (Partido Socialista Revolucionário, PSR (ex-LCI)), and Politics XXI (Política XXI, PXXI). This party has from the beginning a full party status, yet the constituent groups have maintained their existence as political associations and some levels of autonomy, leading to a loose structure. 

 

In 1999 the B.E. polled 2 % in the Portuguese legislative election, in 2002 this rose to 3 %, and in the 2005 election this rose to 6.5 % which won them 8 MPs. They also have had 3 MEPs in the European Parliament since the European Elections of 2009 (10,73%, surpassing for the first time the CDU platform, formed by the Greens and the Portuguese Communist Party) and many local councillors. This currently makes them Portugal's 5th party. The bloc is a founding member of the European Anticapitalist Left and participates in the Party of the European Left. 

 

The Bloc proposed Portugal’s first law on domestic violence, which was passed in parliament through the support of the Portuguese Communist Party and the Socialist Party, and other important laws on civil rights and guarantees, including the protection of citizens from racist, xenophobic and homophobic discrimination, as well as support for same-sex marriage, laws for the protection of workers and anti-bullfighting legislation. Its candidate Francisco Louçã received 288,224 votes (5.31%) in the Portuguese 2006 presidential elections. At the national elections in 2009 the party had 9,81 % of votes and 16 MPs in the 230-seat National Parliament.

 

Later, in 2011, the BE was electorally decimated, lost half of its popular support and could only elect 8 MPs.  Half of the Left Bloc's MPs are female.

 

Leader: Francisco Louçã

Founded: 1999

. p>Ideology: Eco-socialism, Democratic socialism, Anti-capitalism, Progressivism

European Parliament Group: European United Left–Nordic Green Left (GUE/NGL)

 

source

13.2.09

2012-01-09

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